Artesanato, lembrancinhas e outras coisinhas da educação Infantil

sexta-feira, 9 de abril de 2010

reunião de pais



Ola pessoal!

desculpa a demora, mas que minha vida ta muuuiro corrida.

mas hoje tive minha primeira reunião de pais nas escola, e estou muito feliz!!!!!

foi uma etapa nova que gostei muito, fiquei feliz pelos elogios, e pelos pais estarem gostando do meu trabalho. Isso é muito gratificante.

fiz uma lindaaa borboleta pra dar de lembrancinha e uma linda mensagem tbm.
A lição da borboleta
Um dia, uma pequena abertura apareceu em um casulo.Um homem sentou e observou a borboleta por várias horas, conforme ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco.Então pareceu que ela havia parado de fazer qualquer progresso. Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia, e não conseguia ir mais.O homem decidiu ajudar a borboleta: ele pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo. A borboleta então saiu facilmente. Mas seu corpo estava murcho e era pequeno e tinha as asas amassadas.O homem continuou a observar a borboleta porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo que iria se afirmar com o tempo. Nada aconteceu!Na verdade, a borboleta passou o resto da sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar.O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar não compreendia era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura era o modo com que Deus fazia com que o fluido do corpo da borboleta fosse para as suas asas, de modo que ela estaria pronta para voar uma vez que estivesse livre do casulo.Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vidas. Se Deus nos permitisse passar através de nossas vidas sem quaisquer obstáculos, ele nos deixaria desprotegidos. Nós não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido.Nós nunca poderíamos voar...

se gostarem podem copiar.

abraços da tia Dika

bjusss

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Inclusão Educacional





O movimento mundial pela educação inclusiva é uma ação política, cultural, social e pedagógica, desencadeada em defesa do direito de todos os alunos de estarem juntos, aprendendo e participando, sem nenhum tipo de discriminação.
Educação Inclusiva - constitui um conjunto de ações pedagógicas e uma proposta de organização do sistema educacional, que têm como fundamento a valorização da diversidade e o respeito às diferenças, reconhecendo o direito de todos à educação nas escolas comuns de ensino regular.
Escola Inclusiva - se fundamente no reconhecimento das diferenças humanas e na aprendizagem centrada nas potencialidades dos alunos, ao invés da imposição de rituais pedagógicos pré-estabelecidos que acabam por legitimar as desigualdades sociais e negar a diversidade.
A quem se Destina
À alunos com deficiência mental, visual, auditiva, física, dislexia, dificuldades de comunicação expressiva, com altas habilidades/superdotação, déficit de atenção/hiperatividade e outras necessidades educacionais especiais.
A Educação Inclusiva está assegurada pela:
Constituição Federal de 1988; Lei nº 7.853/89; Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA); LDBEN - Lei nº 9.394/96; Decreto 3.298/99 – Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência; Lei nº 10.098/00 – Lei da Acessibilidade; Lei nº 10.172/01 – Plano Nacional de Educação; Resolução CNE/CEB nº 02/2001 – Diretrizes Nacionais para Educação Especial na Educação Básica.

Profª Francimea Herculano Lopes

Pedagogia do afeto


O termo Pedagogia do Afeto foi criado para designar relações interpesssoais de afetividade em sala de aula e está fundamentada na Psicologia Transpessoal conhecida como a quarta força, oriunda dos estudos de Maslow, Sutich, Fadiman e Grof, muito embora Jung, tenha sido o pioneiro a considerar a dimensão espiritual do ser humano.
Nessa linha é que se fundamenta esse modelo de ensino voltado para o ser, pela necessidade de se pensar nas mudanças que ocorrem na contemporaneidade no que tange à educação dos indivíduos.
A própria Educação prioriza os aspectos cognitivos do aluno em detrimento de outros fatores também importantes para o processo educativo. Mello (2004.p.18) nos adverte de que “não dá para pensar apenas na cabeça do aluno, pois o coração também é importante.”
No século XXI a formação intelectual do aluno deve envolver também a sua formação emocional, ou então, corre-se o risco de enfatizar demais o cognitivo, formando indivíduos intelectualizados e desequilibrados emocionalmente. Os objetivos curriculares deverão contemplar equilíbrio emocional e competência profissional de modo que sejam lançados no mercado de trabalho seres humanos desejosos de melhor qualidade de vida.
Maturana (1999,p.15) define bem quando afirma que ”vivemos uma cultura na qual desvaloriza as emoções, e não vemos o entrelaçamento cotidiano entre razão e emoção, que constitui o viver humano, e não nos damos conta de que todo sistema racional tem um fundamento emocional”.
O ambiente de sala de aula, este espaço físico onde convivem seres humanos desempenhando os papéis de professor e de alunos tanto pode ser alegre, agradável, realizador e gratificante, quanto pode ser gerador de ansiedade, estresse, insegurança ou aversão. Podemos considerar também que esse conjunto de fatores bons ou ruins, em grande parte, é decorrente das relações pessoais que se estabelecem entre os próprios alunos, ou entre os alunos e seus professores.
Como não se pode separar o pedagógico do humano, a qualidade de todo o processo de ensinar e de aprender, decorre do tipo de relações interpessoais que são mantidas em sala de aula. A Pedagogia do Afeto procura aplicar uma didática em sala de aula que possa permear de afetividade as relações docentes e discentes, de modo a melhorar a qualidade dos relacionamentos e a produtividade em sala de aula (França,2002).
Sabemos que o processo educativo envolve a demonstração de competências e habilidades e uma serie de exigências e de fatores extrínsecos ao ambiente de sala de aula, tanto no que se refere ao aluno quanto ao professor. Sabemos também que as variáveis que mais interferem na ausência de aprendizagem do aluno estão situadas na sala de aula permeando a atenção, a motivação e o interesse do aluno.
Essas variáveis existem no aspecto físico (iluminação, ambientação, recursos didáticos e mobiliários) como também no aspecto humano (atitude do professor, metodologia utilizada, interação professor - aluno, interação aluno - aluno, nível de atenção, entre outros). Por isso, é de fundamental importância estabelecer relações de segurança, de cooperação, de amizade e de prazer em estar com os outros.
Em geral em todo inicio de aula há a necessidade do professor direcionar a atenção dos alunos para a matéria daquele momento, para propor as atividades, porém nem sempre isso é possível quando se trabalha com crianças ou adolescentes que chegam com suas novidades e suas agitações tão próprias dessas fases de desenvolvimento.
Para se conseguir a atenção de todos “A pedagogia do Afeto” se utiliza de técnicas de respiração ritmada acompanhada ou não de música suave. Adota também técnicas de relaxamento, de meditação, de automassagem, de interação afetiva, de visualização criativa, de trocas energéticas e de outras dinâmicas que possam favorecer relacionamentos interpessoais afetivos, cooperativos e otimizados.
Para finalizar nos unimos a França (2002) quando afirma que a Pedagogia do Afeto pode complementar o trabalho da Psicopedagogia Preventiva, não só no seu objetivo de evitar dificuldades de aprendizagem, mas de otimizar relações humanas afetivas no ambiente escolar.

Por Maria Neusa dos Santos
Psicóloga

O que é portafólio?


É uma técnica inovadora, de avaliar o progresso das crianças através de um conjunto de procedimentos contínuo, são instrumentos de estimulação do pensamento reflexivo.Essa técnica, pode-se dizer que é uma avaliação contínua mais autêntica, objetiva e compreensiva, permitindo acompanhar todos os processos de aprendizagem.Resumindo PORTFÓLIO não é um deposito de trabalhos “organizados”é sim um suporte para podermos observar e respeitar o ritmo e auxiliando e dialogando com as crianças sendo um ser singular.Assumimos então uma estratégia conjunta de reflexão ,ação e avaliação
1-Reflexão(ões) crítica(s) individualizada acerca do grau de participação nos projetos de ação-intervenção com objetivos previamente formulados.2-Participação dos pais :3-Reflexão crítica do processo de desenvolvimento do projeto e suas limitações;
4-Produtos em suportes áudio, vídeo.5-Reflexões final: auto avaliação da participação no processo de avaliação.

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Trenzinho do A B C


Essa atividade é muito legal e atrativa para as criaças que estão em faze de alfabetização, despertam nelas o interece pelo código escrito.

Molde para os lápis


Se você gostou da idéia dos lápis decorados, estes são os moldes,
vc pode fazer vários animais, bom trabalhos....








Esses lápis com carinha de leão ficaram simplismente lindos,
dão um pouquinho de trabalho porquê fiz em grande quantidade
para um projeto realizado na faculdade, mas vale apena.



















Os Lápis foram entregue aos participantes junto com essa caderneta.






















E dentro dessa pasta ficou ainda mais charmoso

Porta-recados de sapinho


Esse porta-recados é lindo e muito fácil de fazer, tenho certeza
que vocês irão gostar, agora é só trabalhar....
bjão
















quarta-feira, 23 de julho de 2008

O educador que se despõe a exercer o papel de professor-letrado...


(...) o ato de educar não é uma doação de conhecimento do professor aos educandos, nem transmissão de idéias, mesmo que estas sejam consideradas muito boas. Ao contrário, é uma contribuição "no processo de humanização". Processo este de fundamental papel no exercício de educador que acredita na construção de saberes e de conhecimentos para o desenvolvimento humano, e que para isso se torna um instrumento de cooperação para o crescimento dos seus educandos, levando-os a criar seus próprios conceitos e conhecimento. (FREIRE, 1990 apud PEIXOTO et al, 2004)

Mas se faz necessário que o educador, principalmente o que já se encontra há anos exercendo o papel de professor-alfabetizador e que confia plenamente na mera aquisição de decodificação, aceite romper paradigmas e acreditar que as transformações que ocorrem na sociedade contemporânea atingem todos os setores, assim como também a escola e os saberes do educador, pois métodos que aprenderam há décadas podem e devem ser aprimorados, atualizados ou até mesmo modificados. O conhecimento não pode manter-se estagnado, pois ele nunca se completa ou se finda.
Então, antes de o professor querer exercer esse papel de "professor-letrador" é necessário que ele se conscientize e busque ser letrado, domine a produção escrita, as ferramentas de busca de informação e seja um bom leitor e um bom produtor de textos. Mas para que se torne capaz de letrar seus alunos, é preciso que conheça o processo de letramento e que reconheça suas características e peculiaridades. E Soares (2000) pensa que:

Os cursos de formação de professores, em qualquer área de conhecimento, deveriam centrar seus esforços na formação de bons leitores e bons produtores de texto naquela área, e na formação de indivíduos capazes de formar bons leitores e bons produtores de textos naquela área.

Percebemos que a ineficácia na formação dos professores reflete na formação de um sujeito que seja um bom leitor e produtor de textos. Atualmente, temos recursos a que o próprio educador pode recorrer para aprimorar seu conhecimento. Mas ainda não são todos os que têm essa coragem de reconhecer que precisa aprender e aprender sempre. O professor, hoje em dia, tem a oportunidade de estudar os Parâmetros Curriculares Nacionais e cito aqui, em especial, o de Língua Portuguesa que traz, em linguagem simples, o ensino da língua de forma contextualizada para auxiliá-lo em sua prática em sala de aula e em seu planejamento.
Os estudos realizados por Peixoto (et al, 2004) sobre o papel do "professor-letrador", ao analisar a prática do letramento pelo professor, destacou alguns passos para o desempenho desse papel que considero relevante citar:

1) investigar as práticas sociais que fazem parte do cotidiano do aluno, adequando-as à sala de aula e aos conteúdos a serem trabalhados;
2) planejar suas ações visando ensinar para que serve a linguagem escrita e como o aluno poderá utilizá-la;
3) desenvolver no aluno, através da leitura, interpretação e produção de diferentes gêneros de textos, habilidades de leitura e escrita que funcionem dentro da sociedade;
4) incentivar o aluno a praticar socialmente a leitura e a escrita, de forma criativa, descobridora, crítica, autônoma e ativa, já que a linguagem é interação e, como tal, requer a participação transformadora dos sujeitos sociais que a utilizam;
5) recognição, por parte do professor, implicando assim o reconhecimento daquilo que o educando já possui de conhecimento empírico, e respeitar, acima de tudo, esse conhecimento;
6) não ser julgativo, mas desenvolver uma metodologia avaliativa com certa sensibilidade, atentando-se para a pluralidade de vozes, a variedade de discursos e linguagens diferentes;
7) avaliar de forma individual, levando em consideração as peculiaridades de cada indivíduo;
8) trabalhar a percepção de seu próprio valor e promover a auto-estima e a alegria de conviver e cooperar;
9) ativar mais do que o intelecto em um ambiente de aprendizagem, ser professor-aprendiz tanto quanto os seus educandos; e
10) reconhecer a importância do letramento, e abandonar os métodos de aprendizado repetitivo, baseados na descontextualização.

Esses passos devem servir como norteadores à prática dos professores que buscam exercer verdadeiramente o papel de "professor-letrador".

Educação Infantil e Ensino Fundamental: uma articulação necessária


As grandes mudanças em todo sistema de educação básica no Brasil que se iniciou a partir da aprovação da lei que amplia o Ensino Fundamental (lei nº 11274, de 6 de fevereiro de 2006), também trazem conseqüências para a Educação Infantil.
Pode-se destacar a cooperação mútua entre os professores da Educação Infantil e os do Ensino Fundamental, bem como a nova organização da Educação Infantil que passa atender crianças até 6 anos. Desta forma, os sistemas de ensino garantem maior aproximação entre a Educação Infantil e o Ensino Fundamental, caracterizando um continuidade e não uma ruptura.

Uma outra questão importante é o fato de que o sistemas de ensino poderão ampliar seu atendimento na Educação Infantil, principalmente o relativo às crianças de 4 e 5 anos utilizando os espaços antes destinados às crianças de 6 anos para ampliação das vagas e, portanto, do acesso às crianças menores.
Finalmente, espera-se que esses desafios sejam elementos mobilizadores para o debate para que se assegure cada vez mais uma educação com qualidade social para todas as crianças e sob a responsabilidade de todos: União, Estados e Municípios.